
E não é que ele foi papado? Sore nossa.
O grande bicho papão da Libertadores está fora.
Com a derrota ontem por 1 x 0 em casa para o Defensor do Uruguaio Boca Juniors, adversário mais temido por brasileiros na competição disse adeus a possibilidade de vencer pela sétima vez o torneio igualando a marca do também argentino, Independiente.
Não resta nenhuma dúvida de que o time Uruguaio é bem inferior ao argentino.
Não ter que jogar em La Bombonera faz muita diferença para os times brasileiros que em geral tremem diante dos Xenezies.
Grêmio, São Paulo e Cruzeiro jogam de um lado da tabela com os Gaúchos enfrentando o Caracas
Do outro lado dois uruguaios, Defensor e Nacional, o argentino Estudiantes do veterano Veron e o Palmeiras do outro lado.
Diria que o cruzamento do Palmeiras pegando o Nacional e na sequencia o Estudiantes é mais tranquilo.
Caso passe pelo Cruzeiro o São Paulo deve esbarrar com o Grêmio, o retrospecto contra clubes locais depõe contra o tricolor.
Emoção garantida ao título não temos favoritos, aposto em algum brazuca, com 50% de chances de acertar.
Ontem o Boca perdeu do Velez no Argentino. É o fim da geração da mais iluminada do futebol sul-americano no século 21.
Sem dúvida que a Libertadores é sempre mais fácil sem eles, afinal, o Boca é favorito todo ano. Porém, vale lembrar que ninguém boatava fé em times menos cotados, mas que depois se sagraram campeões, como o Olimpia (2002), o Once Caldas (2004) e a LDU (2008). Libertadores é isso: a morte pode vir de onde menos se espera.
Por: Alexandre Reis e Silva em maio 25, 2009
às 2:26 pm