Publicado por: Marcio Parra | Julho 6, 2009

O segundo semestre já começou…

Senhores são paulinos: o intuito deste post é passar esta informação aos senhores. Ouvi o primeiro semestre inteiro que o time do São Paulo só se acerta no segundo semestre.

Pois este já começou, o técnico foi trocado e, infelizmente, continuamos a ver um São Paulo apático, sem imaginação, resignado, a mercê do adversário.

Há um buraco entre o meio de campo e a defesa. O contra golpe fica disponível e o time adversário tem espaço para armar as jogadas e partir para cima da defesa. No ataque também ninguém está resolvendo. O “time” do São Paulo parece formado de três pedaços, onde cada um quer jogar de um jeito. Defesa vunerável, meio campo inexistente, ataque inoperante.

Ricardo Gomes tem um grande trabalho pela frente. E o São Paulino vai precisar de muita paciência para aguardar este time encaixar e também para suportar a gozação dos adversários, que não vão perder o momento. Afinal foram anos seguidos de pentelhação por parte de vocês…

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Publicado por: Marcio Parra | Julho 2, 2009

Rala que rola….

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Publicado por: Marcio Parra | Julho 2, 2009

O Coringão voltou…..

Com muita garra, frieza, futebol. Finalmente, depois de muitas complicações nos últimos anos, um grande time, sério, maduro, profissional.

Foi um jogo que começou nervoso, mas aos poucos o time de Parque São Jorge, foi cuidando de esfriar, organizar, apaziguar.

Acabamos o primeiro tempo com dois gols, que no placar agregado dava uma surra de 4×0.

O segundo tempo, foi só o tempo de esperar a festa começar. A festa de poder participar da Libertadores no ano do Centenário do time. Não vai ser fácil. Mas a gente acredita. Muito. E as superações dos últimos tempos nos enchem de esperança….

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Publicado por: Felipe Parra | Junho 29, 2009

Seleção com cara de time.

Se você gosta muito do seu clube, provavelmente, não dá bola pra seleção. Até assiste ao jogo, mas não é, assim, aquele sofrimento. Você tem todos os motivos pra se sentir desse jeito. Afinal, faz tempo, a seleção virou um amontoado de jogadores milionários que eram convocados, jogavam mais preocupados em não se machucar e voltavam pra casa. Casa essa que nunca era o Brasil.

Depois de 2006, nosso querido Ricardo Teixeira inventou o Dunga. Você, torcedor de clube, torceu o nariz. Novamente com razão. Quem é Dunga? Que time ele dirigiu? Sim, nenhum. Mas os Pepes Guardiolas estão na moda. E tome Dunga.  Aí vieram vários empates em zero a zero com o time sem jogar nada. E tome xiadeira. Sim, porque ninguém dá bola pra amarelinha, mas criticar são outros quinhentos. É preferência nacional, bem ao lado da bunda da Juliana Paes.

Mas não é que Dunga, meio que sem querer, foi formando um time? Time, sabe? Não é que estejamos de frente de uma seleção de 82, nada disso. O time têm vários defeitos, mas ainda assim, é um time. Isso pra mim já é uma grande diferença. Porque aquele bando de marmanjos comendo chucrutres e arrumando as meias na Alemanha não era um time. Dunga, mesmo com aquelas camisas horríveis dele, conseguiu explicar pro povo que o mínimo de respeito com a amarelinha faz bem e a gente gosta.

Parabéns pra ele.  E que venha a Copa de verdade.

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Publicado por: Marcio Parra | Junho 26, 2009

O Vicente Matheus do Morumbi

O Grande e Majestoso JJ, o todo poderoso do Morumbi, anda insistindo em mostrar a todos os torcedores do time de três cores que eles são normais. Diziam por aí, que quem tem 1 olho em terra de cego é rei. O time do Morumbi deve até ter um olho. Mas ele anda com catarata ou conjuntivite.

O ano de 2009 vai ser marcado para os torcedores tricolores, como o ano em que eles tomaram consciência de fazer parte da mesma turminha. Vão ter que parar de tripudiar os outros times que só tem duas cores e assumir, que estamos todos juntos na mediocridade das diretorias que cuidam dos nossos times do coração.

Ontem JJ, o Nero do Morumbi juntou mais uma atitude fantástica as que já vinha colecionando nestes últimos dias. Autorizou participantes da torcida Independente do São Paulo (independente??) a ter uma conversa “pé de ouvido” com alguns jogadores, dentro do CT do São Paulo, para incentivá-los (hã??) nos próximos jogos.

Olha, por qualquer ângulo que se olhe esta atitude, ela é um absurdo. Permitir que torcedores invadam o lugar de trabalho de jogadores para pressioná-los é ridícula. O que dizer quando ela acontece no time que se diz superior e diferente de todos os outros?

Mais uma atitude a se lamentar.

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Publicado por: fernandomainardi | Junho 23, 2009

Ricardo Gomes na roubada

Os últimos fios de cabelo não devem durar muito

Os últimos fios de cabelo não devem durar muito

O presidente do São Paulo mostrou muito desequilibrio na troca do treinador.
Após a eliminação para o Cruzeiro, a terceira concecutiva para times brasileiros, na Libertadores, o ranzinza e arrogante Muricy Sampaio foi demitido.

Fiquei com meus filhos nesse final de semana e sobrou pouco tempo para as manchetes esportivas. Soube da demissão pela capa do Lance de sabado. Ontem antes do jogo ouvi a entrevista de Juvenal Juvencio esclarescendo a demissão e anunciando o novo treinador.

Peguei a entrevista já rolando e pelo tom que o dirigente máximo se referia ao novo comandante imaginei alguns nomes: Felipão, Gus Hiddink, Frank Rikjaard, Fabio Capello? Não, nada disso. A contratação anunciada sob enorme apoteose era de Ricardo Gomes.

O ex zagueiro do fluminense, PSG e seleção brasileira. Foi o capitão do time canarinho na desastrosa copa de 1990. Como técnico acumula conquistas relevantes como 2 vices campeonaos franceses. Na última competição um honrroso 11º lugar com o Monaco.

A situação pelo Morumbi é critica. É vendida para a torcida como uma contratação de peso. Rogerio Ceni está afastado e sempre foi um ponto de equilibrio para o time.
A expectativa é enorme e a torcida tricolor não está acostumada e não sabe lidar com adversidades.

Acho que ele durará pouco por lá. Não resiste até Setembro.

Vida dura no Brasileirão, dificilmente será como no ano passado onde a incompetencia dos demais coroou o pragmatismo tricolor.

Inter, Cruzeiro, Galo, Corinthians e até Flamengo e Palmeiras tem mais condição.

Acho que a torcida do São Paulo pode se preparar para assistir a copa do Brasil no ano que vem e quem sabe, caso se esforçe, chegar a série B.

Estão no caminho certo.

Publicado por: Marcio Parra | Junho 23, 2009

Corinthians com cara de vencedor

Acabei falando pouco por aqui do Corinthians, em função dos últimos acontecimentos no time tricolor, que vem tomando todas as atenções.

Apesar da diretoria terceiro mundista que temos lá pelos lados do Parque São Jorge, co-irmã da Diretoria Morumbiana, o time vem atravessando o Mar da Tranquilidade. Um time aguerrido, companheiro, parceiro na marcação e sem vaidades no ataque.

Um raro momento onde a conjunção astrológica conspira para tudo dar certo (como também a certas horas em que tudo conspira ao contrário, e como conspira!!!). Então realmente fica difícil para os adversários passar por cima de tantas coisas boas.

Um time acertado pelo competente Mano, com defesa, meio campo e ataque equilibrados, peças de reposição escolhidas a dedo e adversários atravessando mares revoltos.

Difícil falar ainda das finais do Brasdileirão daqui a alguns meses. Mas da Copa do Brasil está mais fácil. Considero difícil a missão corintiana, mas sinceramente, é bem mais difícil a missão do Colorado. Já estamos marcando o churrasco de comemoração para o dia primeiro de julho.

Publicado por: Marcio Parra | Junho 23, 2009

Contraponto

Do site da ESPN (www.espn.com.br):

Muricy, o vizinho do 74

 

 

Por JOSÉ TRAJANO

Somos vizinhos há mais de dez anos. E raramente nos vemos no condomínio. Moramos em prédios diferentes, e jamais fora a seu apartamento. Nossos filhos, porém, são amigos. Jogam bola e participam de torneios de videogame no salão de festas. Na noite de sexta-feira, o vizinho do 74 era o nome mais falado da cidade. Todos os telejornais e sites divulgavam com alarde que ele havia sido demitido do emprego. Um emprego e tanto! E, então, decidi visitá-lo.

Resolvi interfonar para não usar a prerrogativa de ser vizinho. Ele não estava, mas deixei recado com sua mulher que se chegasse e estivesse disposto a conversar, me telefonasse. Poucos minutos depois, ele ligou e pediu que fosse até lá. No caminho, fiquei pensando que deveria estar cercado de gente, de amigos, ex-companheiros de clube ou coisa parecida. Qual não foi a minha surpresa quando me recebeu com a porta já aberta e sozinho na sala.

Ao contrário do que imaginava, estava tranquilo e sereno. Sem nenhuma ponta de mágoa, rancor, bronca. Parecia ter tirado um peso das costas. Seu rosto revelava a certeza de que havia saído de cabeça erguida e com a sensação do dever cumprido. Fora o momento que se queixou de Cuca, por ter ligado ao presidente Juvenal para pedir conselho se deveria sair ou continuar no Flamengo, atitude que ele enxergou como falta de ética, o vizinho conversou sobre tudo com muita tranquilidade.

Para ele, a diretoria anda mais preocupada com o Morumbi do que com o time. Os cartolas só pensam no estádio, na Copa do Mundo de 2014, e os problemas do time ficaram em segundo plano. E havia problemas no elenco. Falta de parceria, disse. Que eu entendi como ciumeira de alguns jogadores com os novos que chegaram este ano.

Sem levantar a voz ou tentar se desculpar pelos maus resultados, o vizinho lamentou não ter conseguido Conca como reforço. “Ele esteve duas vezes aqui, mas o negócio não vingou”, disse. Um bom meia de ligação teria feito o time jogar diferente, com mais liga entre a defesa e o ataque, sem precisar jogar à base de lançamentos longos para o setor ofensivo.

O vizinho desconfiava que, mais cedo ou mais tarde, a demissão iria acontecer, porque ele não tem o jeitão que alguns dirigentes imaginam para um técnico do São Paulo. Não é de frequentar bons restaurantes para fazer companhia aos cartolas, não gosta de interferências na contratação de reforços e acredita até que a maneira de se vestir deixava essa turma incomodada. “É o meu jeito, simples, sem frescura, sem afetação, que as vezes eles não gostam.”

Toquei na decisão que tomamos em não mais ouvi-lo depois de uma entrevista que achei grosseira . Ele disse que não guardou mágoa e que somos meio parecidos na defesa de quem trabalha com a gente. Até os filhos brincaram com ele, achando que andava meio rabugento.

Já era de madrugada quando fui embora. Um pouquinho antes de sair, chegaram Pi e Fabinho, dois de seus três filhos. O vizinho me contou que o Pi (sou testemunha que joga muita bola) voltou muito irritado do Morumbi depois da derrota para o Cruzeiro e prometeu não torcer mais pelo São Paulo. O vizinho discordou do filho e disse que não podia abrir mão de sua paixão, que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Voltei para casa com a impressão de que meu vizinho é mesmo aquilo que diz. Gosta de ficar em casa, em companhia da família, dos cachorrinhos que leva sempre para passear, de lavar louça para passar a ansiedade e de ir ao sítio em Ibiúna para descansar. É um cara simples, um trabalhador do esporte. Sem banca, sem arrogância, não tem nada de “professor”.

Ele sabe que foi a derrota da arquibancada para a numerada. Mas sabe também que saiu por cima. A torcida gritou seu nome a todo instante, e isso ele não esquecerá nunca. Quer dar uma parada, já jogou no lixo tempos atrás uma proposta milionária do Catar, mas não creio que fique parado por muito tempo. Continuo achando que precisa ter mais educação nas entrevistas, após uma partida, mas me conquistou pela sinceridade e autenticidade.

É um bom sujeito o vizinho do 74. Boa sorte para ele.

Publicado por: Marcio Parra | Junho 22, 2009

Enquanto o Felipe viajava….

É Felipe. Parece pesadelo mas está acontecendo mesmo. Enquanto você viajava (e nem foi tanto tempo assim – aliás, aproveito o espaço público para mandar um beijo para a minha querida Lu: Feliz aniversário!!), muita coisa mudou em um time que tem a sede lá pelos lados do Morumbi.

De um time papão de títulos e conquistas, para um time em crise. Na quinta a noite, enquanto a Lu tomava um delicioso vinho nacional, um time mineiro, de azul, vinha passear pelos gramados do Morumbi, como uma família faz nos corredores de um shopping num domingo a tarde: sem pressa, sem pretensão, gastando o tempo que tinha e o que não tinha, enquanto o time das três cores era nervos e só. Bateu, como gente grande e sem educação faz e, antes que terminasse o primeiro tempo do jogo, já contava só com dez.

O segundo tempo não mudou o panorama: O Kleber, de azul, corria, apanhava e reclamava, como só ele sabe fazer. Um tal de Henrique, de azul, acerta um tirambaço de fora da área e o terceiro goleiro do time de três cores nada pode fazer.

Enfim, acho que todos os que andam lá pelos lados do Morumbi andam com saudades do volante que também é goleiro. Lá pelas tantas um tal de André, que tem o número 3 e não o número 1 na camisa resolve fazer uma ponte dentro da área defendendo mais um dos inúmeros chutes a gol do time estrelado. Um a menos no lado das três cores, um gol a mais no placar.

Depois da desclassificação da Libertadores o progessista e moderno presidente do time preto, branco, e um pouco vermelho, esqueceu a última cor e deu declarações que o Sr. Vicente Matheus assinaria embaixo. Garantiu, por exemplo o técnico com quase nome de cachaça até logo após o clássico do domingo. Corintano que sou, e por entender que o técnico nada tinha aver com a atual fase do time, comecei um movimento pela escalação de pelo menos Wellington Saci e Souza no clássico, visando favorecer o adversário.

Mas eis que JJ, o Moderno, desdizendo o que vinha dizendo, mandou o pobre técnico, já no final da tarde de sexta feira passear lá pelos lados do departamento pessoal.

No sábado pela manhã, em entrevista coletiva que parece ter sido preparada pela equipe que tem escritório lá pelos lados do tatuapé (foi o que me confirmaram fontes não oficiais, mas com cheiro de fofoca), o Impetuoso e Majestoso JJ, o cartola do século XXII, faz uma crítica pública ao treinador despedido, a um punhado de jogadores, que tiveram suas orelhas puxadas ali bem na frente de todos e que deixou gregos e troianos constrangidos.

A diretoria anuncia o nome do novo treinador. Um dirigente do time mais colorido de São Paulo diz que este treinador é uma incógnita e que precisa provar a que veio. Alguns dos jogadores que tiveram suas orelhas puxadas em público não aparecem na escalação do clássico. O que não deixa de ser bom, já que o time de três cores perdeu de três. E o pobre técnico despedido liga sua metralhadora verbal e bate até no pobre coitado do Cuca, que tem cara e jeito que menino que caiu do caminhão de mudança.

E aí eu ouço que o time mais preparado, mais invejado, com a maior estrutura está em crise e com os salários atrasados. Mas isto deve ser maledicência do pessoal da Zona Leste. Afinal estamos falando do grande, do temido, do fantástico time das três cores.

E veja Felipe, isto tudo aconteceu só nestes últimos quatro dias, enquanto você e a Lu viajavam….

Publicado por: fernandomainardi | Junho 18, 2009

Palmeiras foi longe demais na Libertadores

Quem não faz lição de casa não passa de ano

Quem não faz lição de casa não passa de ano

O Palmeiras foi bem mais longe do que eu imaginava na Libertadores 2009.

Pode até parecer um discurso conformista mas não é.

O time se classificou para a competição na repescagem.

Sofreu e me fez sofrer um bocado na primeira fase. Por muito pouco não se classificou. Foi derroado de forma bizarra pelo Colo Colo, empatou com o Sport e por muito pouco não passou da fase de grupos. Já comentava com meu companheiro de Parque Antarctica, o Zé, que não passariamos da fase seguinte. Passamos, no sufoco mas foi.

O jogo de ida contra o Nacional do Uruguai não poderia nunca ter terminado empatado. A cahnce era gigante de dar no que deu ontem.

O Palmeiras tentou um bocado mas sem consistencia alguma. O time foi aplicado, mostrou vontade mas teve pouco brilho. Diego Souza não encaixou uma sequencia de dribles como contra o Sport, Cleiton Xavier tentou repetir o pertardo de fora da área contra o Colo Colo mas não rolou e Keirrison passou em branco. Acho que falta estrutura emocional para aguentar pressão. Acho que foi longe demais pelo que mostrou.

Obina quase marcou no finalzinho e o Palmeiras que durante toda a competição passou raspando e no sufoco não aguentou a sua incapacidade e está eliminado. Pena.

Forças voltadas para o Brasileiro, que convenhamos na edição desse ano é mais cascuda que a Libertadores. O projeto do time e do seu técnico visa desde o inicio do ano a competição nacional.

Torcer é sofrer, então vamo que vamo e quem sabe no ano que vem encaramos mais uma Libertadores, agora com mais chances.

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